Governo do Estado do Tocantins Secretaria de Estado da Saúde
📖 Linha de Cuidado – SES/TO

LINHA DE CUIDADO

Atenção à Gestante, Criança e Adulto com Sífilis
Estado do Tocantins — Palmas, 2025

Uma linha de cuidado, no contexto da saúde, refere-se a um conjunto estruturado de ações e serviços organizados para garantir que um indivíduo receba o cuidado necessário para uma condição de saúde específica, desde a prevenção até a reabilitação, de forma contínua e integrada.

Sinônimo de itinerário terapêutico, é o principal pressuposto metodológico para o exercício e garantia da integralidade, princípio doutrinário do SUS, percurso que deve ser divulgado e efetivamente cumprido dentro do território.

📄 Resolução SES/TO nº 593/2025  |  👥 Secretaria de Estado da Saúde – Tocantins

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Sobre esta Linha de Cuidado

Esta linha é exclusivamente aplicada a todos os casos confirmados laboratorialmente de sífilis adquirida, sífilis congênita, sífilis gestacional, criança exposta à sífilis e neurossífilis, com diagnóstico positivo de testes específicos e a clínica do paciente compatível.

A gestão de todo o cuidado com os usuários com diagnóstico confirmado para sífilis é de responsabilidade da Atenção Primária em Saúde (APS), porta de entrada prioritária do SUS e ordenadora de todo o cuidado. Cabe à APS o diagnóstico, tratamento e toda a ativação dos demais níveis de atenção conforme necessidade e em atenção aos protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas aprovados pelo Ministério da Saúde.

A partir da confirmação do diagnóstico, a notificação compulsória no SINAN é obrigatória para todos os casos de sífilis adquirida, sífilis em gestante, sífilis congênita e neurossífilis, conforme preconizado na Guia de Vigilância em Saúde.

2. Manifestações Clínicas

Manifestações Clínicas da Sífilis

A sífilis apresenta evolução em fases clínicas distintas, com manifestações variadas conforme o estágio da infecção.

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2.1 Sífilis Primária

⏱️ Período de incubação: 10 a 90 dias (média de 3 semanas)
  • Cancro duro: lesão única, indolor, com borda bem definida e base endurecida
  • Aparece no local de entrada do treponema (genitais, ânus, boca)
  • Duração de 3 a 8 semanas, com cicatrização espontânea
  • Pode passar despercebida pelo paciente
  • Lesões podem ser múltiplas em casos de superinfecção
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2.2 Sífilis Secundária

⏱️ 6 semanas a 6 meses após cicatrização do cancro
  • Disseminação dos treponemas por todo o organismo
  • Pápulas palmoplantares, placas mucosas e condilomas planos
  • Micropoliadenopatia generalizada
  • Alopécia em clareira e madarose (achados eventuais)
  • Duração de 4 a 12 semanas
  • Lesões que somem NÃO significam cura espontânea
🫀

2.3 Sífilis Terciária

⏱️ Vários anos após a infecção inicial
  • Ocorre em 15% a 25% das infecções não tratadas
  • Comprometimento cardiovascular e nervoso
  • Gomas sifilíticas: lesões desfigurantes e incapacitantes
  • Pode levar à morte se não tratada
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2.4 Sífilis Latente

⏱️ Sem sinais ou sintomas clínicos
  • Diagnóstico exclusivamente por testes laboratoriais
  • Maioria dos diagnósticos atuais ocorre nesta fase
  • Latente recente: até 1 ano de infecção
  • Latente tardia: mais de 1 ano de infecção
3. Definição de Caso

Definição de Caso

Critérios padronizados para classificação e notificação dos casos de sífilis conforme o PCDT 2022.

3.1 Sífilis Adquirida
Situação 1

Assintomático + TT reagente + TNT reagente + Sem registro de tratamento prévio

Situação 2

Sintomático + Teste Reagente (TT e/ou TNT)

Figura 01 – Definição de caso de sífilis adquirida
Figura 01: Definição de caso de sífilis adquirida. Fonte: PCDT 2022.
3.2 Sífilis em Gestante
Situação 1

Assintomática + TT reagente OU TNT reagente + sem registro de tratamento prévio

Situação 2

Sintomática + TT reagente OU TNT reagente

Situação 3

Independente de sintomatologia + TT reagente + TNT reagente + sem registro de tratamento prévio

Figura 02 – Definição de caso de sífilis em gestante
Figura 02: Definição de caso de sífilis em gestante. Fonte: PCDT 2022.
⚠️ Observação: Cicatriz sorológica NÃO deve ser notificada como caso de sífilis em gestante.
3.3 Sífilis Congênita
Situação 1

Todo RN, natimorto ou aborto de mulher com sífilis não tratada ou tratada de forma não adequada.

Situação 2

Toda criança <13 anos com pelo menos uma das situações:

  • Manifestação clínica, alteração liquórica ou radiológica de SC + teste não treponêmico reagente
  • Títulos do lactente maiores que os da mãe em pelo menos 2 diluições (amostras simultâneas no parto)
  • Títulos ascendentes em pelo menos 2 diluições no seguimento (1, 3, 6, 12 e 18 meses)
  • Títulos ainda reagentes após 6 meses de idade (exceto seguimento terapêutico)
  • Testes treponêmicos reagentes após 18 meses de idade, sem diagnóstico prévio de SC
Situação 3

Evidência microbiológica de infecção pelo Treponema pallidum em amostra de secreção nasal ou lesão cutânea, biópsia ou necropsia de criança, aborto ou natimorto. A detecção do T. pallidum se dá por meio de exames diretos por microscopia (de campo escuro ou com material corado)

3.4 Neurossífilis

Diagnóstico por combinação de:

  • Sinais e sintomas clínicos neurológicos
  • Alterações no LCR
  • VDRL reagente no LCR

Punção lombar indicada quando:

  • Sintomas neurológicos ou oftalmológicos
  • Sinais de sífilis terciária ativa
  • Falha no tratamento sem nova exposição sexual
  • PVHIV com falha no tratamento (independentemente do histórico sexual)
Em caso de neurossífilis e impossibilidade de nova coleta de LCR em 6 meses, manter acompanhamento com VDRL até 18 meses, quando será realizado o FTA-Abs.
4. Diagnóstico

Diagnóstico Laboratorial

Métodos imunológicos para confirmação da infecção e monitoramento terapêutico.

🧪 Testes Treponêmicos (TT)

Identificam anticorpos contra Treponema pallidum. São os primeiros a reagir após a infecção. Aproximadamente 85% dos pacientes permanecem positivos para sempre. Confirmam o contato com o agente, mas não avaliam a atividade da doença nem a efetividade do tratamento.

🔬 Testes Não Treponêmicos (TNT)

Medem a quantidade de anticorpos (títulos), sendo fundamentais para saber se a infecção está ativa e se o tratamento está funcionando. Permitem monitorar a resposta terapêutica através da redução dos títulos. Podem apresentar o fenômeno da "prozona" (falso negativo em altos títulos).

Figura 03 – Métodos diagnósticos da sífilis
Figura 03: Métodos diagnósticos da sífilis – testes imunológicos treponêmicos e não treponêmicos. Fonte: PCDT 2022.
Figura 04 – Resultados de testes e condutas
Figura 04: Resultados de testes – interpretação e conduta. Fonte: PCDT 2022.
📋 Nota

Os testes rápidos são disponibilizados pelo Ministério da Saúde via SISLOGLab. Os testes não treponêmicos são de responsabilidade das Secretarias Municipais de Saúde.

5. Tratamento

Tratamento da Sífilis

A penicilina benzatina é a droga de escolha e única com eficácia documentada na gestação.

A penicilina benzatina é a droga de escolha para o tratamento de todas as formas de sífilis. É a única com eficácia documentada na gestação. Outras opções (doxiciclina, ceftriaxona) somente para não gestantes e com acompanhamento rigoroso.

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Tratamento Imediato com Benzilpenicilina Benzatina

Iniciar após somente um teste reagente nas seguintes situações:

• Gestantes  |  • Vítimas de violência sexual  |  • Pessoas com chance de perda de seguimento
• Sinais/sintomas de sífilis primária ou secundária  |  • Pessoas sem diagnóstico prévio

Não exclui a necessidade do segundo teste, monitoramento e tratamento das parcerias.

📋 Nota

A penicilina benzatina necessária para o tratamento ambulatorial da sífilis é disponibilizada pelo Ministério da Saúde e distribuída através da Área Técnica Estadual de IST/HIV/AIDS/SÍFILIS E HEPATITES VIRAIS por meio de solicitação no sistema Hórus.

Figura 05 – Tratamento e monitoramento
Figura 05: Tratamento e monitoramento da sífilis. Fonte: PCDT 2022.
⏱️

Nota Técnica DATHI/SVSA/MS nº 14/2023

Em não gestantes, o intervalo entre as doses não deve ultrapassar 14 dias (caso ocorra, reiniciar o esquema).

Em gestantes, o intervalo entre as doses não deve ultrapassar NOVE dias (caso ocorra, reiniciar o esquema).

6. Descrição da Linha de Cuidado

Atenção Primária à Saúde (APS)

A APS é responsável pelo diagnóstico, tratamento e seguimento de todos os casos, ativando os demais níveis conforme necessidade.

6.1.1 Seguimento de Sífilis Adquirida / Não Especificada

Figura 06 – Fluxograma de seguimento de sífilis adquirida
Figura 06: Fluxograma de seguimento de sífilis adquirida/não especificada na APS. Fonte: APS/SES/TO.

6.1.2 Seguimento de Sífilis em Gestante

Figura 07 – Fluxograma de seguimento de sífilis em gestante
Figura 07: Fluxograma de seguimento de sífilis em gestante na APS. Fonte: APS/SES/TO.
📋 Observação: Utilizar o Cartão de Acompanhamento e Encaminhamento da Gestante com Sífilis, conforme Resolução CIB/TO Nº 077/2020.

6.1.3 Seguimento de Sífilis Congênita

Figura 08 – Fluxograma de seguimento de sífilis congênita
Figura 08: Fluxograma de seguimento de sífilis congênita na APS. Fonte: APS/SES/TO.

6.1.4 Seguimento de Crianças Expostas ou com Sífilis Congênita

Figura 09 – Seguimento laboratorial para sífilis congênita e exposta
Figura 09: Seguimento laboratorial para sífilis congênita e exposta. TODAS as crianças expostas ou com SC devem realizar seguimento por 24 meses.
Figura 10 – Conduta de seguimento de crianças expostas
Figura 10: Conduta de seguimento de crianças expostas ou com sífilis congênita. Fonte: APS/SES/TO.
6.2 Atenção Especializada

Atenção Secundária / Especializada

Encaminhamento para maternidades de referência e/ou consultas de especialidades conforme indicação clínica.

🩺 Indicações para Atenção Especializada

Toda criança com diagnóstico confirmado de sífilis congênita passar por avaliação durante os 02 (dois) primeiros anos de vida, em rotinas semestrais, pelas seguintes especialidades: oftalmologista, otorrinolaringologista e neurologista.

Avaliações são recomendadas nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde para detecção de futuras alterações oftalmológicas (coriorretinite, glaucoma, atrofia óptica, ceratite intersticial), audiológicas (perda auditiva sensorial) e neurológicas (atraso no desenvolvimento psicomotor).

Além disso, todas as crianças expostas e/ou confirmadas com sífilis congênita também devem ser monitoradas de forma compartilhada no mesmo período pela Atenção Primária em Saúde através das consultas regulares de puericultura e exames laboratoriais.

6.2.1 Seguimento de Crianças com Sífilis Congênita – Avaliação com Especialistas

👁️
Oftalmologista

Avaliação semestral nos 2 primeiros anos

🧠
Neurologista

Avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor

👂
Otorrinolaringologista

Avaliação audiológica e BERA

🔬
LCR

Repetir se 1º alterado

Figura 11 – Fluxograma de seguimento de crianças com sífilis congênita pelas especialidades
Figura 11: Fluxograma de seguimento de crianças com sífilis congênita pelas especialidades (oftalmológico, neurológico, audiológico; LCR se 1º alterado, repetir punção lombar a cada 6 meses até normalização). Fonte: PCDT 2022.

Detalhamento das Especialidades

• Oftalmológico: procurar anomalias oftalmológicas: coriorretinite, glaucoma secundário, cicatriz córnea e atrofia óptica. A ceratite intersticial pode aparecer na faixa etária dos 2 aos 20 anos.

• Neurológico: avaliar o desenvolvimento neuropsicomotor.

• Audiológico: procurar anomalias auditivas. A perda auditiva sensorial pode ter ocorrência mais tardia, entre 10 e 40 anos de idade, por acometimento do 8º par craniano.

LCR (se 1º alterado): repetir a punção lombar a cada 6 meses até normalização bioquímica, citológica e sorológica. Se o VDRL liquórico se mantiver reagente ou a celularidade e/ou proteína liquóricos se mantiverem alterados, realizar nova investigação clínico-laboratorial e retratar.

6.2.2 Maternidade

Admissão Hospitalar

Na admissão hospitalar, avaliar:

  • Caderneta da gestante
  • Ficha de referência/contra-referência
  • Cartão de Acompanhamento e Encaminhamento da Gestante com Sífilis (Resolução CIB/TO 077/2020)

Realizar testagem rápida para HIV, Sífilis e Hepatite B e C. Se diagnóstico positivo, avaliar tratamento no pré-natal e manejar conforme PCDT.

Testagem para Sífilis na Criança Exposta

Realizar teste não treponêmico no sangue periférico, independentemente do histórico de tratamento da mãe.

O sangue de cordão umbilical NÃO deve ser utilizado, pois esse tipo de amostra contém uma mistura do sangue da criança com o materno e pode resultar em testes falso-reagentes.

A testagem simultânea da mãe e da criança, no pós-parto imediato, com o mesmo tipo de teste não treponêmico, configura o melhor cenário para a determinação do significado dos achados sorológicos da criança.

No teste não treponêmico, um título maior que o materno em pelo menos duas diluições (ex.: materno 1:4, RN maior ou igual a 1:16) é indicativo de infecção congênita. No entanto, a ausência desse achado não exclui a possibilidade do diagnóstico de SC.

Ressalta-se que o título do teste não treponêmico do recém-nascido igual ou inferior ao materno não exclui completamente a sífilis congênita, mesmo nas mães adequadamente tratadas. A decisão de investigar e tratar a criança não deve ser baseada apenas na definição de caso de notificação de sífilis congênita, mas também na avaliação clínica, epidemiológica e laboratorial da infecção.

RN de Mães com Sífilis Não Tratada ou Inadequadamente Tratada

Realizar investigação laboratorial:

  • LCR (liquido cefalorraquidiano)
  • Hemograma completo com plaquetas
  • Raio-X de ossos longos

Após a alta hospitalar, encaminhar o binômio mãe-criança para a APS de referência.

Figura 12 – Condutas relacionadas à sífilis congênita na Maternidade
Figura 12: Condutas relacionadas à sífilis congênita na Maternidade. Fonte: PCDT 2022.
Figura 13 – Fluxograma para manejo na maternidade
Figura 13: Fluxograma para Manejo na Maternidade das crianças nascidas de mães com diagnóstico de sífilis na gestação ou parto. Fonte: PCDT 2022.
📋 Cartão de Seguimento: O Cartão de Seguimento da Criança com Sífilis Congênita ou Exposta (Resolução CIB/TO 077/2020) deve ser preenchido pela Maternidade e entregue na alta hospitalar.
6.3 Sistema Estadual de Regulação

Regulação de Acesso

Acesso regulado via Central de Regulação/SISREG para garantia da integralidade do cuidado.

🔄 Sistema Estadual de Regulação – SISREG

O acesso às consultas especializadas e aos serviços de maior complexidade deve ser realizado de forma regulada através da Central de Regulação, utilizando o sistema SISREG.

Para gestantes com sífilis, o procedimento a ser solicitado é a "Consulta de Pré-Natal de Alto Risco", conforme fluxo regulatório estabelecido.

💡 Dica: Sempre anexar ao encaminhamento: resultado dos testes rápidos/convencionais, comprovante de tratamento (se houver) e ficha de referência/contra-referência devidamente preenchida.
Figura 14 – Fluxograma para regulação
Figura 14: Fluxograma para regulação no Sistema Estadual de Regulação/SISREG. Fonte: SES/TO.
6.4 Sistema Prisional

Atenção à Pessoa Privada de Liberdade (PPL)

Fluxo assistencial para atendimento de pessoas privadas de liberdade com sífilis.

Figura 15 – Fluxograma assistencial para atendimento de PPL com sífilis
Figura 15: Fluxograma assistencial para atendimento de PPL com sífilis. Fonte: Resolução CIB/TO Nº 285/2024.

Ações das eAPPs no Sistema Prisional

🔍 Triagem e Diagnóstico Precoce

  • Realização de testagem rápida para Sifilis no momento da triagem de entrada e no primeiro atendimento de pré-natal, em caso de gestante.
  • Execução do exame VDRL com titulação, conforme o protocolo Ministerial, e repetição periódica.

💉 Tratamento Imediato

  • Início do tratamento com penicilina benzatina conforme o estágio da Sífilis.
  • Garantia da conclusão do tratamento dentro da unidade penal, com devidos registros e acompanhamento.

👫 Tratamento do(a) Parceiro(a) Sexual

  • Se o(a) parceiro(a) estiver igualmente privado(a) de liberdade, a eAPP deve realizar o tratamento.
  • Caso esteja em liberdade, a equipe deve acionar a vigilância epidemiológica municipal para busca ativa.

📋 Acompanhamento Clínico e Laboratorial

  • Repetição dos exames sorológicos para avaliar a resposta ao tratamento.
  • Encaminhamento para unidade de referência em casos de sífilis terciária ou coinfecções.

🛡️ Prevenção da Transmissão Vertical

  • Garantia de no mínimo três doses de penicilina benzatina administradas em tempo oportuno, com intervalos corretos, conforme o Protocolo Clínico.
  • Comunicação prévia a maternidade de referência sobre a condição clínica e tratamento da gestante.
7. Procedimento para Solicitação do Medicamento

Solicitação da Penicilina Benzatina

Fluxo de distribuição do medicamento condicionado às notificações semanais no SINAN.

A distribuição da penicilina benzatina é condicionada às notificações semanais no sistema SINAN. Mensalmente é realizado o levantamento de notificações para reposição dos estoques.

Notificação no SINAN
Levantamento Mensal
Solicitação via Hórus
Distribuição SES/TO
Figura 16 – Fluxograma para solicitação da penicilina
Figura 16: Fluxograma para solicitação do medicamento Penicilina Benzatina. Fonte: SES/TO.
8. Referências

Referências e Anexos

Base técnica e normativa da Linha de Cuidado.

  1. 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de vigilância em saúde. 6. ed. v.2, rev. Brasília: MS, 2024. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/guia-de-vigilancia-em-saude. Acesso em: 7 jul. 2025.
  2. 2. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. Fluxogramas para prevenção da Transmissão Vertical do HIV, Sífilis e Hepatites B e C nas instituições que realizam parto. Brasília: Ministério da Saúde, 2021.
  3. 3. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e AIDS. Diretrizes para o controle da sífilis congênita: manual de bolso. 2ª ed. Brasília – DF, 2006.
  4. 4. PREFEITURA DE JOINVILLE. Secretaria Municipal da Saúde. Linha de cuidado para a atenção integral a pessoa com sífilis. Joinville, 2023.
  5. 5. RIO DE JANEIRO (Município). Secretaria Municipal de Saúde. Linha de cuidado de sífilis na atenção primária. Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/web/sms. Acesso em: 7 jul. 2025.
  6. 6. ROMANO, Antonino; GAETA, Francesco. Update on the Management of Patients with Immediate Allergies to Beta-Lactam Antibiotics. Acta Biomedica, v. 90, n. 3, p. 47-60, 2019. Disponível em: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC6629400/. Acesso em: 12 maio 2025.
  7. 7. Anexos: Disponíveis em: https://www.to.gov.br/saude/anexos-da-linha-de-cuidado-da-sifilis/2ed4zvtwbm4t